SEJA BEM VINDO A NAÇÃO HIP HOP BRASIL SC

A Nação Hip Hop Brasil é a maior organização da América latina de Hip Hop. Com uma presença marcante e significativa nas principais cidades do Brasil. E como objetivo principal visa o fortalecimento da coletividade, com a ampliação da ação, discussão e fomentação cultural e social , focando a formação permanente de seus quadros para uma participação efetiva nas políticas publicas e culturais . Em Santa Catarina a Nação Hip Hop Brasil já se encontra nas principais cidades do estado, contribuindo para uma geração pensante e participativa. Temáticas e metodologias focadas na Cultura Hip Hop são as ferramentas atrativas para o levantamento dos temas sobre as problemáticas pertinentes a nossa sociedade. A Nação Mulher é um dos diversos exemplos de nucleação temática do NHHB-SC, espaço de reflexão e ação feminina que discute a problemática e assuntos relacionados às mulheres desde espaços na sociedade, direitos, saúde, organização e temas atuais. A NHHB-SC pretende, desenvolver projetos e programas que contribuam para com a sociedade, em especial a juventude da periferia, de maneira efetiva, elaborando políticas públicas que venham a atender as necessidades e demandas dessa parcela da população. Através dos elementos culturais do Movimento Hip Hop, buscaremos sensibilizar vários setores da sociedade para apoiarem projetos e programas voltados para estas idéias.

É TUDO NOSSO!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Videoaula de Beatbox com Beatzotto.

O percurssionista Beatzotto, de Florianópolis/SC, é um apaixonado por beatbox. No início ele teve dificuldades para aprender alguns sons mais complexos, mas hoje o jovem domina várias técnicas e até transmiti esse conhecimento para quem está começando.
Há algumas semanas ele começou a produzir tutoriais em vídeo para ensinar a molecada a arte de fazer música com a boca. Essas aulas são algo inédito em português e chegam para ajudar a todos que tem interesse em aprender o beatbox.
No primeiro vídeo Beatzotto fala sobre a história do beatbox e a importância que teve para o rap nos Estados Unidos, onde foi criado. A cada novo vídeo é possível aprender um novo som. Mas, vale lembrar que a arte do beatbox é bem dificil e precisa de muita persistência e força de vontade para aprender.

Aprenda Beatbox 1 – Introdução

Aprenda Beatbox 2 – Caixa Keh

Aprenda Beatbox 3 – 2 sons ao mesmo tempo!
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Aprenda Beatbox 4 – Bumbo básico
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Aprenda Beatbox 5 – Clicks básicos
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Aprenda Beatbox 6 – Treino e Grave nasal
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Aprenda Beatbox 7 – Caixas básicas
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Aprenda Beatbox 8 – Batidas básicas
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Aprenda Beatbox – Dúvidas 1 – Cuspe, Falta de Ar e mais
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Aprenda Beatbox 9 – Scratch vocal

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Proposta Declara Hip Hop Manifestação de Cultura Popular


A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 3/11, do deputado Maurício Rands (PT-PE), que declara o movimento hip hop manifestação de cultura popular de alcance nacional. O parlamentar argumenta que esse reconhecimento dará às iniciativas de artistas e de entidades sociais ligadas ao movimento o direito de receberem do Poder Público a mesma atenção conferida a outras expressões culturais, como a possibilidade de serem beneficiadas por políticas públicas.
O hip hop é uma manifestação cultural iniciada na década de 1970 em áreas de comunidades jamaicanas, latinas e afro-americanas da cidade de Nova Iorque. Inicialmente, o movimento se concentrou na música, mas ao longo do tempo foi agregando outras manifestações com dança (break dance), poesia (rap) e pintura (grafites). No Brasil, o hip hop começou a se consolidar como forma de expressão nacional na década de 90, especialmente em São Paulo.
Inclusão social
Pela proposta de Maurício Rands, o Poder Público, em todas as esferas administrativas, deverá considerar, na elaboração de ações governamentais, as iniciativas do hip hop que atuem na promoção à educação, à cultura e à inclusão social.


Segundo o autor, o objetivo do projeto é institucionalizar o movimento e, assim, contribuir para a inclusão social e a valorização cultural de grande número de artistas, especialmente de áreas pobres das grandes cidades.
Tramitação
A proposta será analisada, em caráter conclusivo* pelas comissões de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara de Notícias
*Rito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo.
[+] Íntegra da proposta: PL-3/2011

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Piadas Racista Sobre Pretos. É Pra Ser Engraçada? ou Para Diminuir os Negros?

POR: Anderson "Hebreu"

Quem Num Tem aquele Amigo que Adora Contar Piada,Imitar, fazer graça.
Mas Sempre arruma um jeito de contar piada de Preto.
Fazem Piadas do tipo estas: PORQUE CIGANO NAO LER A MAO DE PRETO?
RESPOSTA: PORQUE PRETO NAO TEM FUTURO.
Por que preto não vira anjo?
R:Porque se criar asas vira morcego.
Por que preto não erra?
R:Porque errar é humano.

E por ai Vai...sem contar aquelas que nos comparam a pneus de carro, carvão...fazem piadas insinuando que somos marignais, bandidos.

e Isto nao esta so no dia a dia nao. na tv tambem. como o caso do Danilo Gentili. tem em filmes,Novelas,Seriados de Tv. Desenhos.



E eu Pergunto De Novo é pra Ser Engraçado ou Diminuir Nos Negros?

Na minha Opinião é Pra Diminuir Nos Negros, é um modo dos negros ficarem acuado,e Muitos Negros ficam acuados. eu mesmo algumas vezes fico sem reação quando surgi piadas do tipo.
Mas o Pior é quando outro negro ou um cara q acha q é branco. faz piada Racista. ou quando outro negros ri destes tipos de piadas. e ainda da corda pra estes tipos de piada.


Tipo Assim eu fico Acuado por que tenho a pele Um poco Clara e quando defendo dizendo q é uma piada racista. sempre vem um comentario voce nem é tao negro assim. ou dizem mas voce é branco.
e muitas vezes tem negro na roda. e ele concorda com o comentario do branco.

Dai eu penso. Porra. Cara de pele escura. ri da piada. nao tem nenhuma atitude contra quem contou a piada e eu vo defende nossa Etnia e o proprio negro vem dizer q eu nao Sou negro. 
Ai é Osso. Se o Proprio Negro nao tem Atitude de se defender e nem a Menti aberta de que negro  nao é so os de pele Escura. Dai fica Dificil Combater este Racismo Velado.

Por que diferente do EUA no brasil o Racismo é velado os racista nao assumem que sao racista. eles se escondem atras destas piadinhas. Por isto é dificil de combater.


Ta na Hora do Negro Tomar Atitude a matar estes tipo de piada. nao tentar acabar pois isto nunca vai acabar. Mas o tentar combater ja é um começo.

Nao Deixe que te Diminua Por que neste Brasil que Vivemos
Preto e Pardo que Juntos sao Negros Representamos 51% da População.
Nao Somo Minoria.
Como ja Dizia o Mano ELI EFI "De que Adianta Ter a COR se nao Representa."



Abaixo Piadas Racistas.

Clã Leste em Londres no DMC Word DJ

Deejay Soares, Deejay RM, Deejay Erick Jay e Deejay Zulu. Cada um tem seu estilo, sua personalidade, mas quando se juntam eles formam o Clã Leste, uma banda de deejays, criada pelo Deejay Zulu, que inicialmente era denominada Clã Leste Sul. A razão da vinda deles a Londres foi oDMC World DJ Competitions, versão 2010, que aconteceu na Koko, tradicional casa de shows em Camden Town. Mas o mais bacana é ver que também neste universo da música o Brasil também faz bonito no exterior. Ao final de uma competição que envolvia alguns dos DJs mais respeitados do mundo, o Clã Leste foi para a final, onde obteve o quarto lugar. Não é pouco, ainda mais se a gente considerar que no Brasil as condições de trabalho que eles encaram ainda são muito precárias, principalmente se comparadas a centros como os Estados Unidos, França e Inglaterra. O seu Canallondres encontrou dois dos integrantes do Clã Leste, Deejay Soares e Deejay RM, para uma conversa, onde eles contaram um pouco da história da banda, do movimento que rola no Brasil, da participação deles no DMC World DJ Competition e, claro, a impressão deles sobre Londres. De quebra, você tem imagens da apresentação do Clá Leste na capital inglesa e a chance de curtir um pouco da música que eles recriam a partir de outras músicas. A gente já tinha registrado aqui, em vídeo, imagens da turnê do DJ Tudo na Europa e, mais uma vez, abrimos espaço para músicos que não estão nos meios tradicionais de comunicação, para que eles possam mostrar os seus trabalhos. Esta é a proposta do Canallondres.tv, em nossa página de música: mostrar a diversidade e o sucesso que amúsica brasileira, em seus diferentes estilos, faz no exterior. Com vocês, Clã Leste.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

ONU institui 2011 como ano dos afrodescendentes



Afim de combater o racismo e as desigualdades econômicas e sociais dos negros, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu 2011 como o Ano Internacional dos Afrodescendentes. Eles estão entre os que mais sofrem com discriminação e dificuldade de acesso a serviços básicos, como educação, segundo o órgão.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), lançou, no final do ano passado, a campanha “Por uma infância sem racismo”.
A responsável pela campanha e pelo programa de proteção à infância do Unicef, Helena Oliveira, destaca que existem dois níveis de discriminação racial. “O primeiro é aquele conhecido pelos números. Os dados mostram a disparidade no acesso às políticas publicas. Nesse sentido, o negro acaba com menos direitos do que o branco”, diz.
A taxa de analfabetismo entre a população branca de 15 anos ou mais é de 6,1%, enquanto que para os negros e pardos é de 14,1 % – diferença de 131,1%. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e constam no 4º Relatório Nacional sobre os Direitos Humanos no Brasil, lançado em dezembro no último ano.
Entre os que estudaram, considerando a população com 25 anos ou mais, a média de escolaridade da população negra e parda é de 5,8 anos, contra 7,8 anos para a população branca.
“Um segundo nível de discriminação é o do cotidiano, que é mais simbólico. Quando uma criança escuta um comentário racista no espaço escolar, o que foi dito passa a compor a formação dela. Isso pode causar efeitos danosos”, completa Helena.
A campanha do Unicef tem o objetivo de mobilizar a sociedade brasileira para assegurar a igualdade étnico-racial desde a infância. “Quando os pais e professores promovem a interação e o conhecimento sobre o diverso, estão incentivando à igualdade”, ressalta. “A criança que pode estar em diferentes espaços cresce aprendendo a respeitar o outro.”
Pior entre mulheres
“As discriminações raciais somadas às de gênero são eixos estruturantes das desigualdades sociais no país e América Latina”, afirma a gerente de programas da ONU Mulheres Brasil e Cone Sul, Júnia Puglia. “As mulheres negras sofrem com a dupla desigualdade.”
Segundo a análise de Júnia, o papel tradicional da mulher na sociedade e a forma como os negros foram inseridos no Brasil colocam barreiras para que as negras aproveitem oportunidades educacionais e no mercado de trabalho.
Os dados da Relação Anual de Informação Social (Rais), órgão do Ministério do Trabalho, revelam que as mulheres negras recebem menos que a metade do salário dos homens brancos em trabalhos formais.
“Uma das piores formas de inserção é o trabalho doméstico remunerado, por meio do qual as mulheres negras mais participam das atividades econômicas do país. Este tipo de trabalho tem um percentual de formalização muito baixo”, lembra Júnia.

A magia do Disco de Vinil


Na contra mão da industria fonográfica, muitos ainda preferem o disco de vinil.
O bolachão que durante muitos anos fez a alegria das festinhas familiares e dos bailes pelo mundo, viu o fim do seu reinado quando os CDs dominaram a cena musical.
Por ser mais acessível e compacto esta ferramenta de armazenamento de musicas caiu no gosto popular, mas lado a lado  com as vantagens proporcionadas pelos CDs surgiu também as desvantagens, pois não precisa ser um entendedor musical para perceber que a fidelidade ao som original é bem maior nos Long Plays (LP).
Para os amantes do Vinil encontrar LPs é um trabalho de garimpeiro, você procura, procura, tem dias que só encontra pedras, mas quando menos espera se depara com um ouro, uma raridade, normalmente os  sebos e as lojas virtuais são os locais mais visitados por quem está a procura de enriquecer a coleção, alguns colecionadores chegam a pagar preços altos por uma peça, mas se  você tiver com sorte poderá encontrar um disco por menos de R$ 5,00.

Leia a matéria na integra aqui

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

DJ Kool Herc doente e sem grana e Rappers Gastando 1 milhão em casa de Strip.



Considerado o pai do Hip-Hop, o DJ jamaicano radicado em Nova York, Kool Herc, passou algum tempo hospitalizado, mas já retornou para casa. No entanto, sua condição de saúde ainda exige muitos cuidados, diagnosticado com pedras no rim. A Irmã de Herc, Cindy Campbell disse ao jornal New York Daily News, “Ele está com dores terríveis há meses … Os médicos dizem que elas tem que ser retiradas, mas nós simplesmente não temos o dinheiro”.
Com US $ 10.000 em contas hospitalares e uma cirurgia obrigatória próxima, Campbell está se voltando para a comunidade Hip-Hop, em busca de apoio financeiro para um de seus fundadores. Para ajudar Click aqui
Via Twitter, DJ Premier faz o chamamento: "Obrigado a todos pelo apoio. Mais informações serão dadas em breve. O hip-hop vai salvá-lo! Onde estão os milionários artistas do Hip-Hop?"
A pergunta feita por DJ Premier é interessante pois no mesmo momento em que o homem responsávél por existir o RAP se encontra nessa situação, Rick Ross e Puff Diddy gastaram 1 milhão de dólares em um club de strip em Miami, com o intuito de celebrar o aniversário de Rick Ross. O evento contou com a companhia de Pharrell e toda a banca da Maybach Music, junto com várias outras personalidades e diversas Strippers.

Esse é o Hip Hop que queremos?